Ruy Póvoas: Tributo a Jesevandro Nascimento
Jesevandro Nascimento e Ruy Póvoas Itabuna, 5 de junho de 2026. Ilustres confrades, Ilustres confreiras. (Amigos meus, amigas minhas). Antes, aquele dia de ontem não tivesse amanhecido. Se ele, no entanto, foi forçado a amanhecer, enfrentemos, de pé como árvores, a tristeza com que ele nos rebuçou. Sei, muito bem, de meu dever e obrigação: estar aí, reunido a vocês, numa última e justa homenagem a nosso Josevandro, nosso Presidente. Aprendi, no entanto, com meus mais velhos: A vontade mora no peito de quem não pode, pois quem pode mata a vontade. A que me refiro? A uma ingrata e dolorosa impossibilidade de participar, em conjunto, numa irmanação de sentimentos, a homenagem tão merecida ao nosso querido Presidente. Não é momento para queixumes, mas as justificativas de minha ausência se fazem necessárias, se é que justificativa alguma preencha a lacuna deixada pela ausência. Como eu gostaria de estar presente nas cerimônias que serão realizadas na Maçonaria, durante o velório e, depois,...