Seguir Jesus leva à cruz.
"O Evangelho não pode ser vivido impunemente. O Reino de Deus , que é um reino de fraternidade, liberdade e justiça, não pode ser construído sem provocar rejeição e perseguição por parte daqueles que não têm interesse em qualquer mudança". O comentário é de José Antonio Pagola , teólogo espanhol, ao Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 26,14, 27-66, que corresponde ao Domingo de Ramos, ciclo A do Ano Litúrgico, publicado por Religión Digital , 23-03-2026. Eis o comentário. Estamos tão familiarizados com a cruz do Calvário que ela já não nos causa mais impacto. O hábito domestica e diminui tudo. Por isso, é bom recordar alguns aspectos do Crucificado que foram esquecidos. Comecemos por dizer que Jesus não morreu de morte natural. Sua morte não foi o fim esperado de sua vida biológica. Jesus foi morto violentamente. Tampouco morreu vítima de um acaso ou acidente, mas sim executado após um julgamento conduzido pelas forças religiosas e civis mais influentes daquela socieda...